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INTERCAMBIO PSICOANALÍTICO, 15 (2), 2024, pp 32 - 39
ISSN 2815-6994 (en linea) DOI: doi.org/10.60139/InterPsic/15.2.3
ALGUNAS REFLEXIONES
ACERCA DEL DESAMPARO
EN LAS ADOLESCENCIAS
ACTUALES
ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O
DESAMPARO DOS ADOLESCENTES
DE HOJE
SOME REFLECTIONS ON HELPLESSNESS
IN TODAY’S ADOLESCENTS
Álvaro Silva Silva Santisteban
Asociación de Psicoterapia Psicoanalítica
ORCID: 0000-0003-0542-0429
Correo electrónico: Alvaro90silva@gmail.com
Fecha de recepción: 02-09-2024
Fecha de aceptación: 15-10-2024
Para citar este artículo / Para citar este artigo / To reference this article
Silva Silva Santisteban A. (2024) ALGUNAS REFLEXIONES ACERCA DEL DESAMPARO
EN LAS ADOLESCENCIAS ACTUALES
Intercambio Psicoanalítico 15 (2), DOI:doi.org/10.60139/InterPsic/15.2.3
Creative Commons Reconocimiento 4.0 Internacional (CC By 4.0)
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Introdução
As reexões propostas neste texto são sobre a experiência de desam-
paro do adolescente. Atualmente, há um número crescente de adoles-
centes que chegam ao consultório médico relatando abulia, desânimo,
sentimentos de vazio e uso de substâncias. Eles sofrem de um tipo de
dor diferente daquele a que estamos tradicionalmente acostumados na
adolescência (Janin, 2019).
Com base em alguns de seus depoimentos que falam da ausência de
guras parentais, tentaremos explicar essa tendência a partir da expe-
riência de desamparo. Ela será abordada a partir do eixo do confronto
geracional e da experiência de ser do adolescente. O objetivo não é pro-
por uma universalização do problema, negando os múltiplos cenários
que podem ocorrer na dimensão do vínculo pai-lho durante a adoles-
cência. Longe de tentar propor um modelo universal de compreensão,
levantaremos hipóteses sobre essa tendência em nosso ambiente atual.
Adolescência
A adolescência representa um ponto de chegada e um ponto de partida.
A criança deixa de ser uma criança e embarca no caminho para a ma-
turidade. Durante essa transição, ocorrerão vários processos psíquicos
que levarão à vida adulta. Dolto et al. (1995) apresentam a adolescência
como um segundo nascimento do indivíduo, um movimento cheio de
força, promessa de vida e expansão, que ocorre progressivamente, pou-
co a pouco. Nas palavras de Dolto et al. A adolescência é sempre difícil,
ou, como diriam Aberastury e Knobel (1988), a adolescência é uma crise
normal. A adolescência como um período crítico, um momento crucial do
desenvolvimento, passa por angústias, luto, conquistas e elaborações.
Peter Blos (1979) postula a adolescência em termos de um segundo
processo de individuação, referindo-se à desidealização e ao descom-
promisso com os objetos internalizados da infância. Dessa forma, o
adolescente assumirá cada vez mais responsabilidade pelo que é e pelo
que faz, em vez de depositá-la e atribuí-la aos pais internalizados. Entre-
tanto, devemos ter em mente que esse é um movimento oscilante de
regressão/progressão.
Kancyper (2007) argumenta ainda que o conito geracional é um pro-
cesso central na adolescência, pois é por meio dele que a identidade é
moldada. Nessa fase, os adolescentes buscam a independência de seus
pais. Para isso, precisam se afastar dos pais de sua infância, que até
então eram sua fonte de segurança. Seu comportamento não será mais
ALGUMAS REFLEXÕES
SOBRE O DESAMPARO DOS
ADOLESCENTES DE HOJE
Alvaro Silva Silva
Santisteban1
1 Psicólogo clínico pela Universidad
Peruana de Ciencias Aplicadas.
Mestre em docência para o ensino
superior pela UNAB. Psicoterapeuta
formado pelo CPPL. Membro da
ADPP. E-mail: Alvaro90silva@gmail.
com. Lima
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regido pelos costumes, proibições e desejos de seus pais. Da mesma
forma, diz o autor, o adolescente buscará deixar de ser através de seus
pais para ser ele mesmo. O distanciamento atinge os dois lados do con-
ito geracional: de um lado, os pais, que enfrentam a ameaça de perder
seu apoio narcisista e pigmaliônico, e, de outro, o adolescente, que tam-
bém está lidando com a perda de um apoio narcisista. A desvinculação
da autoridade dos pais é fundamental para o desenvolvimento humano
individual, mas é uma experiência extremamente angustiante. O que é
processado no vínculo pai-lho é o reconhecimento do outro como dife-
rente e separado. Para isso, “o adolescente precisa rejeitar certas iden-
ticações a m de obter acesso a outro nível de identicação que lhe
permita alcançar uma posição independente” (Kancyper, 2007, p. 56).
A agressão é necessária para o desenvolvimento do adolescente. Winni-
cott (1979), brilhantemente, a distingue como uma das principais fontes
de energia disponíveis. Os pais devem sobreviver, permanecer intactos,
sem abandonar nenhum princípio importante. A presença do adulto
no desenvolvimento do adolescente é uma necessidade vital. Winnicott
(1972) disse: “Onde houver o desao de um jovem em crescimento, que
haja um adulto para enfrentá-lo” (p. 193).
Desamparo
Nos dias de hoje, caracterizados por uma cultura de narcisismo, em que
a preocupação com o outro perdeu seu lugar, encontramos adolescen-
tes sem adultos para desaar para um desenvolvimento saudável.
Piadas e expressões humorísticas são uma forma de abordar a realida-
de. Há algum tempo, ouvi uma piada que falava sobre a mudança no
lugar da gura paterna como autoridade. Como se passava de pai, para
pai, para papai e, nalmente, para “pa”, descrevendo a dinâmica familiar
em cada estágio. O “pai” era a autoridade suprema da casa. Os lhos
não tinham voz em suas regras. Depois, ele se tornou “papai”. Com o
pai, os lhos adquiriram o poder de protestar. O pai ainda era uma -
gura de autoridade, mas era mais tolerante. Houve uma reaproximação
entre as gerações. Os lhos podiam recorrer a ele para pedir conselhos.
Depois veio o “papai”. O papai não era mais uma gura de respeito. Ele
era repreendido e maltratado. Ele tinha que entregar as chaves do carro,
o laptop, o cartão e não tinha voz sobre os namorados das crianças. O
papai não é consultado, muito menos solicitado. Ele é noticado. E nal-
mente apareceu o “pa”. De “pa que me sirves”.
A transformação da gura paterna na piada é evidência de um aban-
dono da batalha pela autoridade. Quem eles podem enfrentar para se
reconhecerem como diferentes? Em que terreno a subjetividade é cons-
truída?
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Vamos prestar atenção às comunicações de alguns adolescentes: “Eu
fumo maconha no meu quarto e eles nem percebem”, conta um ado-
lescente com pesar. “Eu estava triste e não queria fazer nada, mas não
queria causar mais problemas, e meus pais não perceberam”, relata ou-
tra garota com aparente tranquilidade. “Eu não sinto nada. É um vazio.
Nada, não conto com ninguém”, comenta ela com um rapaz. “Chego -
bada e chapada e eles não percebem, [...] posso fazer ou deixar de fazer
qualquer coisa e eles não veem, nunca me puniram, não me impõem
limites”, narra uma jovem com aparente inquietação.
Os depoimentos revelam pais e mães que estão presentes, mas ausen-
tes em seus papéis. Adolescentes que parecem invisíveis e que trazem
para a consulta, com essas histórias, ataques de pânico, automutilação,
somatização e, em geral, profunda tristeza e pesar que não podem ser
registrados ou nomeados. Como Green (2005) identica, na clínica da
depressão primária, prevalece a falta de vitalidade e a impossibilidade
de pensar, vincular e representar o que está acontecendo com eles.
Por outro lado, os pais fazem comentários como: “Ele tem 16 anos,
deveria ser maduro o suciente para assumir suas responsabilidades”,
diz um dos pais. “Não podemos nos impor a ele, temos de ouvir o que
ele tem a dizer”, diz outro pai. “Somos permissivos porque existe uma
vida”, comenta um casal de pais. “Se ele for desrespeitoso, o que você
ganha com isso? “É melhor evitar isso”, diz uma mãe.
Pais com diculdades em estabelecer limites que contenham o surgi-
mento de impulsos, que apoiem os processos enfrentados pelo ado-
lescente e que estruturem o ambiente por meio do qual o adolescente
poderá descobrir suas possibilidades. Pais que lidam com suas próprias
ansiedades e deciências, que os sobrecarregam e desorientam no
exercício de suas funções paternas e maternas.
Do desamparo primordial ao desamparo do adolescente
Ferenczi (1928/2009) lista uma série de traumas que a criança tem de
enfrentar: nascimento, desmame, limpeza, supressão de maus hábitos
e, o que ele destaca como o mais importante de todos, a passagem para
a vida adulta.
Ao chegar ao mundo, o recém-nascido experimenta um estado de des-
amparo e indefesa. Esse momento marca a importância do outro para
a sobrevivência. A superação do desamparo primordial depende do cui-
dado amoroso e carinhoso dos pais (Ferenczi, 1929/2009). O ambiente é
indispensável para o desenvolvimento saudável e o amadurecimento do
indivíduo (Winnicott, 1972). Greenacre (citado em Levisky, 1998) enfatiza
a necessidade de contato nos cuidados infantis. Isso será fundamental
para a capacidade do bebê de se tornar autossuciente. Se for cuidado
apenas de forma estéril e impessoal, esse bebê não chegará à infância.
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Como menciona Isely (2023), os limites têm a ver com a experiência de
satisfação primordial. A mãe vem ao encontro do choro do bebê e, se ela
for capaz de decodicar o que esse choro expressa e, assim, responder
com empatia e ternura, um limite é colocado no transbordamento da
dor produzida pela experiência de desprazer. Sem a ajuda de outras
pessoas, o bebê cará totalmente desamparado.
As necessidades estão sendo atendidas graças à adaptação do ambien-
te à criança e, assim, haverá uma transição de um grau de imaturidade
e dependência total para uma dependência relativa e maturidade por
meio de uma desadaptação gradual (Winnicott, 1972).
Como mencionado acima, a adolescência é um segundo nascimento.
Levisky (1998) adverte que essa fase é um período de extrema vulne-
rabilidade e propício ao desencadeamento de quadros clínicos que po-
dem se tornar rigidamente estruturados. É isso que torna o papel do
ambiente tão necessário. Na adolescência, o desamparo primordial é
reeditado. Por isso, o contato, a empatia e a ternura serão decisivos para
o estabelecimento de um canal saudável que permita o crescimento e o
desenvolvimento rumo à vida adulta.
Os pais de hoje parecem estar exigindo, mais do que nunca, maturida-
de de seus lhos adolescentes. Em seus discursos, eles armam: “Por
que ele não consegue cuidar de si mesmo? Ele é um garoto grande.
Ele tem que assumir o controle”. Os adultos esperam que seus adoles-
centes encarnem um adulto e apelam para sua vontade de ter sucesso
na vida (Janin, 2022). Estamos testemunhando um paradoxo aqui. Os
pais querem que seus lhos “façam”. Mas, como Winnicott (1967/1986)
menciona, “não pode haver Fazer antes de Ser” (p. 25). À medida que os
adolescentes lidam com as mudanças da puberdade, suas ideias sobre
a vida, seus valores e aspirações, sua desilusão com o mundo adulto,
eles começam a se sentir reais, a ter um senso de si mesmos e de ser.
Somente sendo capazes de Ser é que eles conseguirão se sentir mais
seguros. Somente sendo capazes de Ser, eles serão capazes de Fazer.
Para que isso aconteça, a família deve se adaptar ao adolescente e não
o adolescente à família (Winnicott, 1972). A demanda atual por produ-
tividade leva à aniquilação da consideração do outro como um ser em
transição (Janin, 2022).
Esse desejo de respostas adultiformes revela que esses adolescentes
não estão sendo observados e decodicados por seus pais por vários
motivos. Há uma clara ausência de limites. Limites que os próprios ado-
lescentes estão exigindo. Ao pedir em consulta para ser descoberto e
punido, ouvimos o pedido de ser observado, contido e sustentado. A
necessidade de experimentar um vínculo afetivo. “Ódio eu quero mais
do que indiferença”, soa a clássica valsa ‘Ódio a mim’. A punição, por
mais raiva que possa gerar, é melhor do que a indiferença. O conito e
o confronto são necessários. A suposta liberdade de evitar deixa os ado-
lescentes em um estado de desamparo, jogados no abismo.
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Sem outra pessoa para estabelecer limites, eles são expostos a deman-
das internas excessivas que os levam a um desamparo impulsivo (Isely,
2023). Sem outra pessoa para confrontar, eles dicilmente podem se
tornar um Ser (Kancyper, 2007). O confronto implica uma contenção que
não tem as características de retaliação, de vingança, mas que é rme
(Winnicott, 1972).
Os estados de depressão, vazio, falta de vitalidade e os sintomas apre-
sentados pelos adolescentes mostram diculdades em simbolizar e vin-
cular representações. Eles são arrastados pelo pulsional. A capacidade
de registrar seus sentimentos requer um relacionamento com os ou-
tros. Mas quando esse outro está ausente, o que resta é o vazio. Há
então uma tendência à desobjeticação, uma tendência ao desinvesti-
mento. Para que o impulso vital prevaleça, é necessária uma presença
para acalmar e limitar o excesso de dor (Janin, 2010; Isely, 2023).
O que parece estar acontecendo com os pais nos tempos atuais? Win-
nicott (1967/1986) arma que o único remédio para a adolescência é
a passagem do tempo. Eu me pergunto como esperar a passagem do
tempo em uma época caracterizada pelo imediatismo? Da espera por
uma carta, ao WhatsApp, à busca por livros, ao ChatGPT, é possível es-
perar que o tempo faça seu trabalho com a maturidade adolescente?
Mas essa espera não é uma espera passiva, ela exige uma presença vital,
com disponibilidade e disposição.
Parece que eles estão sobrecarregados e excedidos no exercício de suas
funções. Desaados por suas próprias deciências narcísicas, incapazes
de pensar em sua própria adolescência e em um mundo hiperinforma-
do que muitas vezes acaba desinformando e gerando mais confusão,
fragilidade e insegurança. Os valores que a cultura atual transmite, mais
próximos de fantasias de onipotência e megalomania, não permitem
a articulação de projetos, mas sim um imediatismo devastador (Janin,
2010). A partir dessa confusão, os pais de hoje parecem estar mais pre-
ocupados com suas próprias necessidades narcisistas e ideais sociais
inatingíveis, e esperam respostas adultiformes de seus lhos adolescen-
tes na esperança de evitar e se salvar de conitos (Janin, 2019). Levisky
(1998) menciona como alguns pais, quando sobrecarregados, perdem o
controle e recorrem a mecanismos de defesa semelhantes aos do lho
adolescente, colocando-se no mesmo nível.
Os adolescentes precisam da autoridade dos pais. Eles precisam de uma
presença amorosa que estabeleça limites para a dor do desamparo. Pre-
cisam de limites contra os quais possam se rebelar e de uma contenção
que lhes permita ser vítimas de sua própria imaturidade.
Precisam da autoridade dos pais para se livrarem dela em busca de sua
própria identidade. Precisam daquele outro que decodica suas neces-
sidades e facilita o vínculo representacional.
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Como terapeutas, essa realidade nos convoca a partir da possibilidade
de ouvir. A partir daí, é necessário resgatar a parentalidade, compos-
ta pela paternidade e pela maternidade. Acolher os pais nos pedidos
de consulta de seus lhos e gerar espaços reexivos para a construção
da função da parentalidade e fortalecer os recursos necessários para
travar a grande batalha do enfrentamento, que, por mais desagradável
que seja, é absolutamente necessária. É fundamental abrigar o fardo,
a angústia e as carências dos pais para que eles possam sustentar um
vínculo de ternura com seus lhos.
Para concluir, acreditamos que é essencial oferecer espaços para que os
adolescentes comecem a se conectar e a representar suas experiências
internas, para que possam criar suas próprias histórias. Permita que
eles sejam, e a partir daí eles poderão acreditar, conar e criar. Para
isso, também será necessário estabelecer limites que contenham dian-
te de demandas avassaladoras e oferecer empatia e ternura, por meio
de holding e handling que permitam o desenvolvimento adaptativo do
adolescente rumo à maturidade (Winnicott, 1968/1986). Nas palavras de
Isely (2023), o desamparo deve ser acolhido.
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