MASCULIDADE E FEMINILIDADE: DISSIDÊNCIA OU TABU
Palabras clave:
Feminilidade primária, Ego Ideal e Ideal de EgoResumen
No presente artigo a autora a questão da feminilidade como um conceito tabu da psicanalise e questiona o conceito freudiano da masculinidade primária, bem como a concepção da feminilidade como uma masculinidade frustrada.
Faz reflexões sobre o conceito de gênero, sobre a desigualdade entre os sexos e a disparidade existente nas leis da cultura no que se refere as identificações subjetivantes de homens e mulheres. Ressalta a importância do achado revolucionário de um núcleo de identidade de gênero – o sentimento e a ideia de ser homem ou mulher - adquirido antes do reconhecimento da diferença anatômica dos sexos.
Propõe que na origem do processo identificatório existiria uma feminilidade primária, nesse tempo em que a mulher/mãe propiciará ao infans, seja ele menino ou menina, uma ideia de que a feminilidade nada falta. Postula que no caso das meninas, seria sobre a feminilidade primária que o Ego ideal iria forjar-se e, sobre o qual o Ideal de Ego feminino primário iria forjar-se. Segue construindo a ideia de que a posição fálico-castrada resultante das vivencias edipianas das meninas, determinariam um papel social de gênero desvalorizado para as mulheres, trazendo serias implicações para o Ideal de Ego secundário feminino e para seu papel social.
A autora propõe nesse artigo que a feminilidade primária seria um patrimônio originário no psiquismo de homens e mulheres, sobre o qual a masculinidade evoluiria, rompendo assim a lógica falicista e o falocentrismo como organizador da identidade e da sexualidade humana.
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