TRAJETÓRIAS ASSEXUAIS E COMUNIDADE VIRTUAL
Palavras-chave:
Diversidade sexual, Trajetórias assexuais, Invisibilidade, ReconhecimentoResumo
Esta pesquisa constitui a segunda parte de um trabalho iniciado em 2019 por um grupo de pesquisadores da Federação Latino- Americana de Psicoterapia Psicanalítica e Psicanálise (FLAPPSIP). Os resultados da primeira fase são apresentados e publicados com o nome de “Assexualidades: um enigma a ser decifrado? Subjetividade e vínculos em comunidades virtuais assexuais. Perspectiva psicanalítica” 1 (2019). Este trabalho é motivado pela escassez de produções acadêmicas em espanhol sobre o tema e pelo viés patologizante que algumas dessas pesquisas assumem em relação à assexualidade. Nesse sentido, iniciamos a partir de uma posição de escuta crítica e reflexiva que
promove a revisão das diferentes concepções e abordagens do tema. Nesta segunda fase, propõe-se investigar o grau de visibilidade da assexualidade e quais são as diferentes caracterizações que a sociedade tem das pessoas assexuais. Por sua vez, investigamos o caminho dessas pessoas até chegar ao reconhecimento da sua identidade assexual e qual a função das comunidades virtuais nessas trajetórias. Para alcançar esses objetivos, foram analisados jornais de grande circulação e relevância no Peru e na Argentina, e foram realizadas entrevistas individuais e em grupo com pessoas assexuais. Entre os resultados, destacamos a escassa visibilidade da assexualidade
nos jornais consultados; conseguimos descrever o “caminho crítico” que as diferentes pessoas percorreram até chegarem ao reconhecimento da sua identidade sexual; e, finalmente, identificamos algumas funções que as comunidades virtuais desempenham, entre as quais se destaca a importância do acesso a elas como fonte de informação e identificação. Acreditamos que isso poderá contribuir para uma maior visibilidade e compreensão do tema.
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